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OS PRODUTORES

A ASTA conta com mais de 30 grupos produtivos em sua rede. Cerca de 600 artesãos de baixo poder aquisitivo desenvolvem produtos exclusivos, e são beneficiados com o nosso trabalho.

Seus produtos, sempre obtidos a partir da otimização de recursos e do reaproveitamento, são considerados design de luxo, criados a partir de materiais ecológicos como bambu, piaçava, fibra de bananeira, retalhos, jornal.

Realizamos programas de treinamento (contabilidade, precificação entre outros) e apoiamos a criação dos novos produtos para empoderar nossos trabalhadores. Nosso principal objetivo é capacitar os grupos para sua inserção no mercado de trabalho, no comércio certo e justo.

Se você quiser fazer parte da nossa rede ou quer saber mais sobre os artesãos, mande um e-mail para contato@redeasta.com.br que nossa equipe terá o maior prazer de lhe responder.


Aritama - Vindo da Vila das Canoas, em São Conrado, o núcleo do grupo é formado por Francisca e Juracy que com alguns retalhos e muita criatividade criam diversos brinquedos e utensílios domésticos capazes de dar vida a qualquer ambiente. Sua nova linha direcionada para idades menores faz com que cada bebê sinta-se acolhido.


Ressurgir - A ONG Ressurgir trabalha no bairro do Rio Comprido junto à famílias de crianças internadas. Ela ajuda os pais a compreender a doença de seus filhos e a participar e colaborar com o tratamento, evitando assim novas internações. Diversos cursos de artesanato para as mães resultaram na grife Ressurgir coordenado por Marcello. As mais talentosas alunas agora produzem acessórios cariocas únicos, desenvolvidos com o apoio da artista plástica Heloisa Torras.


Azulejaria - Nascido há uma década como parte do projeto francês Caminho dos Direitos Humanos, o grupo possui hoje painéis decorativos em diferentes lugares do Rio. Inclusive atraindo a atenção no metrô de Copacabana e na entrada da favela Vidigal. Sua especialidade é retratar através de delicadas pinturas em azulejo, a história do Rio e do Brasil.


Cerâmica Negra - Dentro do Centro Comunitário da ONG Ação Comunitária, na Vila do João, reside o ateliê da Cerâmica Negra. Deste lugar são provindos objetos cerâmicos marcados pelo refinamento artístico e traços etnográficos. Nilde, Edilene, Gloria e Francisca, além de serem as fundadoras do grupo, dão oficinas de Arte da Cerâmica em bairros vizinhos para compartilhar a alegria de criar e distrair a cabeça dos problemas cotidianos.


Cestaria Botânica - Lojas de São Paulo, Brasília, Petrópolis e Rio de Janeiro já descobriram o grupo das sete mulheres de Queimados. Piaçava é a matéria-prima que nas mãos dessas mulheres é transformada em cestas e bolsas que conseguem unir o regional e rústico com o moderno e contemporâneo. A coordenadora, Dona Geralda, incansavelmente está a procura de novos mercados enquanto as artesãs envolvidas se dedicam ao acabamento perfeito.


Fuxicarte - Lucia e Jussara são a força motriz do grupo de Jardim América, Zona Norte do Rio. Tudo começou com o fuxico,feito do aproveitamento de retalhos, se tornando o elemento básico resultante de muitos itens inovadores para dar cor à casa. As mulheres de garra têm uma vontade de criar que sempre resulta num trabalho feminino e cheio de graça.


Toque de Mão - Paciência e dedos finos são ingredientes indispensáveis para o trabalho das artesãs de Santa Teresa. Dez mulheres produzem peças minuciosas de costura, pintura em tecido, bordado e customização. O grupo tem importantes parcerias com grifes de moda do Rio que doam sobras de material e encomendam peças com constância.


Força de Fibra - Treinadas, pelo Programa de Atendimento á Família de Itaguaí, para gerar renda para suas famílias as mulheres aprenderam a manusear a taboa. Essa fibra, que nasce no brejo em abundância, se transforma em produtos exclusivos e em renda necessária. Patrícia, aluna do começo, agora coordena o grupo com muito orgulho.


Nó e Nós - O grupo de Mesquita, Baixada Fluminense, formado por oito artesãs craques em uma técnica inusitada, o Nhanduti. São linhas transpassadas em um tear manual que geram formas eclipsadas, por isso, a técnica também chamada de A Renda do Sol. Echarpes, bolsas e outros acessórios formam o resultado final, desenhadas para deixar toda mulher brilhar.


Nós da trama - Tecidos diferenciados a partir da técnica milenar da tecelagem manual são a base para faixas, bolsas e jogos americanos exclusivos do grupo de Araruama. As máquinas do século passado pedem uma delicadeza na formação dos tecidos, feitos de fibras e fios especiais. Sempre usando outras matérias-primas as artesãs sabem surpreender seus clientes há mais de duas décadas.


Nosso Papel - Projeto da Gamboa que oferece educação e consciência ambiental para crianças, jovens e adultos em situação de risco, através de oficinas de papel reciclado e encadernação. O grupo conta com mais de 15 jovens produtores e dão conta de grandes encomendas.


Mãos Brasil - Jornal, papéis da La Estampa, PET e papelão são reaproveitados para inventar lindos brindes cooperativos e peças decorativas com um acabamento perfeito. Ednelson sempre desenvolve técnicas novas para matérias-primas resultando em uma linha de produtos diversa e profissional. É a força da união familiar de São Gonçalo que consegue esse milagre da transformação de materiais descartados.


Atelier Spinelli - Quando Alfran ficou desempregado não se desesperou. Viu a oportunidade de se aprimorar na técnica do papel machê e, assim, sustentar sua família. Quando o pedido é grande, todos colocam a mão na massa e trabalham duro. Hoje em dia a necessidade virou paixão. O processo de fabricação e o pensamento de figuras novas trazem a felicidade que Alfran espera poder compartilhar no futuro com outros que se encontrem em sua mesma situação.


Artejor - Faz trinta anos que Ana Ortiz trabalha transformando jornal em artesanato. Devido a problemas da saúde, optou por trabalhar de casa. O dom da criação e a paixão pelo trabalho fazem com que suas peças tenham um acabamento perfeito. Ana também é professora, e compartilha seu conhecimento com outras mulheres. Conseqüentemente suas melhores alunas viraram artesãs que hoje em dia trabalham com a Ana na produção. Atualmente elas vendem até para o mercado internacional.


Fio Nobre - A carteira bananeira do grupo de Nova Iguaçu virou um clássico da Asta. Mãe Eva, suas duas filhas e sua vizinha Vera nem lembram a quantidade da mesma que tiveram que produzir. Estrelando na vida noturna do Rio, completando todo ensemble. Além da bolsinha fazem muitos outros acessórios com a fibra retirada do caule da bananeira. Depois de desfiada e seca a fibra é crochetada ou trançada e unida a outros materiais de um jeito muito criativo.


Refazer - Fundada em 1995, o Refazer é uma ONG que dá assistência à pacientes do Instituto Fernandes Figueira, hospital de referência materno-infantil. A grife é um programa de geração de renda para as mães de crianças e adolescentes internados, que de tão talentosas já vendem para grandes marcas. A bijuteria contemporânea com alta qualidade pode ser encontrada também em sua loja própria, no shopping de Gávea.


Bordados de Natividade - Cinqüenta bordadeiras se dedicam aos minuciosos desenhos feitos com perfeição e beleza em Natividade. As mulheres do interior do Rio de Janeiro ensinam a técnica refinada a mulheres de comunidades na cidade. Juntas, elas formam o grupo, conhecido por sua perfeição e acabamento em lindos produtos de vanguarda.


Cooperativa Arte Nossa - Criada em 1997 por um grupo de artistas plásticos de Nova Friburgo, a cooperativa surgiu da máxima ?A União faz a força?. Com ajuda de recursos do Governo Federal, construíram o Centro Turístico de Artesanato- Pavilhão da Artes, onde mais de 50 artistas expõe e comercializam o seu trabalho.


Transformarte - O grupo é formado por uma psicóloga, uma pedagoga e uma estudante de moda que acreditam na arte manual como forma de prevenção da saúde mental. Uniram-se para conversar, se divertir e produzir juntas, tudo isso na casa de uma das artesãs, no Flamengo.


Retalhos e Bordados - Dona Ana se especializou nos bordados meticulosos e perfeitos. Ela ensinou a técnica à outras artesãs e deste modo nasceu a Retalhos e Bordados. As jóias do grupo são os chaveiros feitas com muito amor e atenção. Além disso, se dedicam a designar peças maiores nas quais seu trabalho minucioso se sobressalta.


Ciclo Ambiental - a pequena empresa Ciclo Ambiental nasceu inspirada pela vontade de difundir os princípios do desenvolvimento sustentável. A idéia está mais que bem representada no tecido utilizado por eles, que utiliza o poliéster da garrafa PET reciclado. Em média cada camiseta aproveita 2 garrafas PET e possuem 50% de fios de PET e 50% de fios de algodão.


Modelarte - Pensando numa solução para o lixo que enxágua a Baia de Guanabara surgiu a idéia de reusar o mesmo para a fabricação de objetos úteis. Esse projeto de reciclagem social, patrocinado pela Petrobrás, resultou na Cooperativa Modelarte. Hoje em dia 22 mulheres pertencem à Cooperativa de São Gonçalo. Trabalhando com garrafas PET para convertê-las nos pufes de PET e mostrando a beleza da reciclagem. Além dos banquinhos, os produtores sabem fazer brindes cooperativos com um atendimento pessoal para a obtenção de desenhos exclusivos.


Banco da Providência - Um projeto de geração de renda do Banco de Providencia se converteu numa grife em sintonia com a moda e a sustentabilidade. Capacitadas pela designer Luiza Bomeny, as mulheres de diversas comunidades cariocas produzem joalheria a partir do reaproveitamento dos materiais. Produzem bijuterias que destacam a beleza feminina e sustentam as famílias dos produtores.


Marias Maré - As mulheres de Maré já trabalharam com diversos designers conhecidos. Esta experiência deixou sua impressão no grupo. Elaboram bolsas e roupas combinando diferentes técnicas de bordar e costurar. Utilizam a arte da favela que complementam o armário de cada mulher com peças indispensáveis. A coordenadora Fátima, luta desde o começo do grupo para conseguir uma linha própria e conhecida das Marias e com sucesso, caminha em direção a este objetivo.


Arte das Mãos - O grupo produtivo fundado por Adenilson, morador de São Gonçalo, combina com muito talento diferentes materiais naturais da Bahia (samambaia do mato, taboa, coqueiro, açaí, madeira, bambu, bananeira) e surpreende no acabamento de seus produtos para casa e escritório. Com o intuito de aumentar sua produção, Adenilson ensinou toda a sua família a produzir e juntos formam o grupo Arte das Mãos, sempre inventando peças novas, cada uma mais bonita que a outra.


Crochetando Vidas - As mulheres do grupo Crochetando Vidas de Porciúncula, no norte do estado do Rio, usam a técnica do crochet para salvar o meio ambiente. Utilizando as perigosas sacolinhas plásticas e sobras de malhas doadas como matéria-prima. Produzem elementos para completar a decoração da mesa para curtir ainda mais o almoça familiar. Seu trabalho chamou a atenção de lojistas e o grupo ornamentou diferentes vitrines cariocas exclusivas.


Pontos e Pespontos - Crescendo com o artesanato foi inevitável que Cristina formasse o grupo de Irajá. Usou seu conhecimento para ensinar sua cunhada e vizinhas, que agora mostram que a costura não une apenas tecidos. Hoje em dia, com a família mais unida cortando, customizando e costurando juntas, os resultados produzidos são cada vez mais inovadores, adaptando-se aos desejos do seu publico alvo.


Feitos'A - Cidinha chegou de Pernambuco a procura de um mercado para seu artesanato inovador. Inventando maneiras para reaproveitar os materiais descartados, ela começou a transformar valor do lixo. No morro na Pavuna onde ela mora juntou as vizinhas, começou a ensinar a arte da produção e compartilhar a felicidade de criar peças ecologicamente responsáveis. Seus produtos são luminárias, porta-retratos, móbiles, entre outros. Assim, Cida limpa a favela e ao mesmo tempo da um novo horizonte as suas vidas.


Arquitetura de Interiores - Celso era adolescente quando começou a trabalhar como ajudante em um ateliê de móveis. Isso foi há vinte anos, e hoje em dia tem seu próprio ateliê, onde ensina os jovens de Santa Cruz sua arte. Junco e bambu são sua matéria prima. Para a ASTA cria peças especiais com esse toque rústico próprios para a casa e o jardim.


Fiz de Contas - Inês já tem mais de vinte anos de experiência na produção de bijuteria. Há um ano vem desenvolvendo jóias tradicionais feitas com artesanato. Pensando em reaproveitamento dos retalhos de madeira e tecidos, ela cria prendas surpreendentes e únicas. Formada como professora, sabe ensinar as técnicas de produção às mulheres da Barra do Pirai. Aprendendo artesanato cria-se oportunidade de gerar renda para suas famílias e ao mesmo tempo as inspira para encontrar novas formas de produzir e usar a criatividade.


Terreirarte - Uma serie de técnicas dominam as artesãs do Recreio. Os alunos das oficinas da Casa de Artes do Terreirão se uniram para satisfazer caprichosos artesanatos. Oportunizando a criação de artigos voltados para casa e decoração visando a geração de renda. A linha de velas para a Asta converge criatividade, materiais distintos e novas técnicas. Esperam surpreender o cliente e ganhar mais dinheiro para pagar as contas cotidianas.


M Cida Arte de Viver - O grupo de Jacarepaguá é formado por três irmãs e uma cunhada. Aparecida, suas irmãs, e a cunhada sempre procuram trabalhar juntas. Ao serem demitidas de seus antigos trabalhos tiveram dificuldade de voltar ao mercado. Acabaram encontrando uma maneira de continuarem juntas, graças a Aparecida, que juntando a paixão pelo artesanato e a técnica herdada de sua mãe, convocou a família para fazer redes de retalhos coloridos. Hoje em dia o grupo segue pensando em novas peças artesanais e feliz com a alegria de poderem trabalhar em conjunto novamente.

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